A IA vai acabar com o jeito que aprendemos inglês? Especialista explica por que a resposta não é tão simples
Em tempos de tradutores automáticos, legendas instantâneas e chatbots que escrevem "em inglês perfeito", muita gente acredita que o estudo tradicional perdeu espaço. Mas, segundo especialistas no setor, a tecnologia só gera resultado real quando é usada para potencializar aulas, prática guiada e conversação com professores e não para substituir o processo de aprender inglês.

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Créditos: Descrito nos arquivos.
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EDUCAÇÃO/TECNOLOGIA
A IA vai acabar com o jeito que aprendemos inglês? Especialista explica por que a resposta não é tão simples
Em tempos de tradutores automáticos, legendas instantâneas e chatbots que escrevem “em inglês perfeito”, muita gente acredita que o estudo tradicional perdeu espaço. Mas, segundo especialistas no setor, a tecnologia só gera resultado real quando é usada para potencializar aulas, prática guiada e conversação com professores e não para substituir o processo de aprender inglês.
Dezembro, 2025 — Tradutores no celular, legendas automáticas e chatbots que escrevem “em inglês perfeito” podem dar a impressão de que já é possível encarar qualquer desafio internacional sem dominar o idioma. Mas a comunicação real é bem mais complexa: envolve tom de voz, nível de formalidade, leitura de contexto, expressões faciais, pausas, ironia, subentendidos e decisões imediatas. É nesse ponto que o estudo estruturado continua decisivo e que a inteligência artificial passa a ser aliada, não substituta, de quem quer de fato aprender inglês.
“Tecnologia encurta o caminho, mas a fluência nasce de uso real. A IA é um excelente acelerador para treinar escuta, pronúncia e vocabulário entre as aulas, mas é o método que transforma estudo em desempenho”, afirma Reginaldo Kaeneêne, CEO da KNN Idiomas e criador do método KNN, pensado especificamente para quem fala português. “No nosso desenho didático, trabalhamos o que o brasileiro realmente precisa: conversação guiada desde a primeira aula, correção ativa de vícios do português para o inglês e situações práticas do dia a dia. Quando o aluno combina isso com simuladores de diálogo e feedback imediato da IA, mede o progresso por evidências, como clareza, tempo de resposta e precisão. É assim que o essencial vira reflexo e a confiança aparece no trabalho e em viagens”, completa Reginaldo Knn.
Além da metodologia presencial baseada em conversação, a KNN incorporou inteligência artificial ao seu ecossistema de aprendizagem por meio do Portal KNN, plataforma digital exclusiva dos alunos. Com a ferramenta, a tecnologia complementa o ensino tradicional com treino de pronúncia com IA, testes de nível instantâneos, glossários interativos, áudios e simuladores de diálogo que oferecem feedback imediato. Para quem busca cursos de inglês em uma escola de idiomas com suporte híbrido, o objetivo é claro: usar a tecnologia para acelerar a prática, sem abrir mão do que continua insubstituível: a interação humana, o olhar do professor e a construção de confiança para falar inglês fora da tela.
Sobre a KNN Idiomas
Fundada em 2012, a KNN Idiomas já atendeu mais de um milhão de alunos no Brasil e está presente em todos os estados brasileiros. É uma das 50 maiores franquias do Brasil, segundo ranking da Associação Brasileira de Franchising (ABF) e é referência no ensino de inglês no país, além de ofertar outros quatro idiomas: espanhol, francês, alemão e italiano. É conhecida por seu método próprio de ensino, desenvolvido especialmente para quem fala português.
Mais informações: www.knnidiomas.com.br